UNIFAA é o único representante do Rio de Janeiro no Projeto Rondon com terceiro lugar entre 80 IES
Publicado em: 31/03/2025
Pelo segundo ano consecutivo, o Centro Universitário UNIFAA vai participar do Projeto Rondon, iniciativa coordenada pelo Ministério da Defesa para fomentar o voluntariado universitário e buscar soluções inovadoras para os desafios enfrentados por populações em situação de vulnerabilidade. E também pelo segundo ano consecutivo, será o único representante do Estado do Rio de Janeiro. Se em 2024 a equipe composta por estudantes e professores do UNIFAA atuou na “Operação Velho Chico”, no sertão pernambucano, dessa vez o cenário será outro: de 8 a 27 de julho, dois professores e oito estudantes participarão da “Operação Amazônia”, na cidade de Barcelos (AM), primeira capital do Estado do Amazonas. Durante esse período, os rondonistas – 88 se inscreveram no processo seletivo – terão a oportunidade de atuar em diversas frentes, incluindo Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação e Saúde, que integram o Conjunto A do Rondon. O UNIFAA alcançou a terceira colocação geral entre 80 instituições participantes.
Para o Reitor Marcio Martins da Costa, a participação da instituição em um projeto de tamanho alcance reafirma o papel do UNIFAA como referência na promoção do desenvolvimento social e comunitário. “Ser selecionado pelo segundo ano consecutivo para o Projeto Rondon é uma conquista que nos enche de orgulho e reafirma o nosso compromisso com a formação cidadã e a transformação social. Estar entre as instituições reconhecidas pelo Ministério da Defesa demonstra a relevância das nossas ações de extensão e o impacto positivo do UNIFAA nas comunidades onde atuamos. Além disso, fomos eleitos o terceiro melhor projeto do Brasil, o que reforça a qualidade do nosso trabalho e o comprometimento dos nossos estudantes e professores em desenvolver soluções que fazem a diferença na vida das pessoas. Esse reconhecimento fortalece ainda mais nossa missão de formar profissionais com excelência técnica e uma visão humanizada da sociedade”, afirma.
O Pró-Reitor de Extensão do UNIFAA, Alessandro Paiva, explica que a presença do UNIFAA no Projeto Rondon “reforça o compromisso da instituição com a extensão universitária e com a formação cidadã dos seus estudantes. Esse envolvimento demonstra, na prática, o papel transformador da educação ao levar conhecimento e apoio às comunidades mais vulneráveis do país. Além disso, a continuidade no projeto reafirma a solidez das ações extensionistas do UNIFAA, consolidando a instituição como referência na integração entre ensino, pesquisa e extensão, promovendo impactos sociais significativos e ampliando sua atuação em nível nacional.”
Aumento na concorrência
O fato de a edição 2025 ser na Região Amazônica despertou grande interesse por parte das Instituições de Ensino Superior (IES), aumentando a concorrência. Além disso, diferentemente do processo seletivo do ano passo, foi publicado apenas um edital, o que também acabou elevando a dificuldade. Diante desse cenário, somente um trabalho diferenciado levaria ao resultado que acabou se concretizando, conforme explica a Coordenadora de Extensão do UNIFAA, Vivian Rodrigues: “A gente fez um trabalho muito importante de diagnóstico para cumprir os quesitos do edital, analisando 33 municípios no estado do Amazonas e, a partir desse entendimento da realidade, propusemos 25 oficinas que serão ministradas para as lideranças locais na perspectiva de que elas repliquem isso para a comunidade e, assim, que o impacto da atuação dos rondonistas seja sustentável.”
No ano passado, o UNIFAA foi a única instituição do Estado do Rio de Janeiro presente na “Operação Velho Chico”, o que acabou se repetindo em 2025. Isso é especialmente significativo, considerando que o Projeto Rondon teve origem justamente neste Estado, na UERJ, e hoje vemos uma participação fluminense pequena. “Esse protagonismo, para nós, é um grande diferencial. Poder representar o Estado e participar novamente de um programa tão representativo – que é, inclusive, a origem da extensão universitária no Brasil – reforça o nosso compromisso com a transformação social por meio da educação”, explica Vivian.
Líder da equipe do UNIFAA na “Operação Velho Chico”, ela pôde ver de perto o que a participação no Rondon proporciona. “Percebi que o aprendizado dos estudantes foi muito evidente, especialmente no que diz respeito ao contato com a comunidade. A extensão tem esse poder transformador: qPelo segundo ano consecutivo, o Centro Universitário UNIFAA vai participar do Projeto Rondon, iniciativa coordenada pelo Ministério da Defesa para fomentar o voluntariado universitário e buscar soluções inovadoras para os desafios enfrentados por populações em situação de vulnerabilidade. E também pelo segundo ano consecutivo, será o único representante do Estado do Rio de Janeiro. Se em 2024 a equipe composta por estudantes e professores do UNIFAA atuou na “Operação Velho Chico”, no sertão pernambucano, dessa vez o cenário será outro: de 8 a 27 de julho, dois professores e oito estudantes participarão da “Operação Amazônia”, na cidade de Barcelos (AM), primeira capital do Estado do Amazonas. Durante esse período, os rondonistas – 88 se inscreveram no processo seletivo – terão a oportunidade de atuar em diversas frentes, incluindo Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação e Saúde, que integram o Conjunto A do Rondon. O UNIFAA alcançou a terceira colocação geral entre 80 instituições participantes.
Para o Reitor Marcio Martins da Costa, a participação da instituição em um projeto de tamanho alcance reafirma o papel do UNIFAA como referência na promoção do desenvolvimento social e comunitário. “Ser selecionado pelo segundo ano consecutivo para o Projeto Rondon é uma conquista que nos enche de orgulho e reafirma o nosso compromisso com a formação cidadã e a transformação social. Estar entre as instituições reconhecidas pelo Ministério da Defesa demonstra a relevância das nossas ações de extensão e o impacto positivo do UNIFAA nas comunidades onde atuamos. Além disso, fomos eleitos o terceiro melhor projeto do Brasil, o que reforça a qualidade do nosso trabalho e o comprometimento dos nossos estudantes e professores em desenvolver soluções que fazem a diferença na vida das pessoas. Esse reconhecimento fortalece ainda mais nossa missão de formar profissionais com excelência técnica e uma visão humanizada da sociedade”, afirma.
O Pró-Reitor de Extensão do UNIFAA, Alessandro Paiva, explica que a presença do UNIFAA no Projeto Rondon “reforça o compromisso da instituição com a extensão universitária e com a formação cidadã dos seus estudantes. Esse envolvimento demonstra, na prática, o papel transformador da educação ao levar conhecimento e apoio às comunidades mais vulneráveis do país. Além disso, a continuidade no projeto reafirma a solidez das ações extensionistas do UNIFAA, consolidando a instituição como referência na integração entre ensino, pesquisa e extensão, promovendo impactos sociais significativos e ampliando sua atuação em nível nacional.”
Aumento na concorrência
O fato de a edição 2025 ser na Região Amazônica despertou grande interesse por parte das Instituições de Ensino Superior (IES), aumentando a concorrência. Além disso, diferentemente do processo seletivo do ano passo, foi publicado apenas um edital, o que também acabou elevando a dificuldade. Diante desse cenário, somente um trabalho diferenciado levaria ao resultado que acabou se concretizando, conforme explica a Coordenadora de Extensão do UNIFAA, Vivian Rodrigues: “A gente fez um trabalho muito importante de diagnóstico para cumprir os quesitos do edital, analisando 33 municípios no estado do Amazonas e, a partir desse entendimento da realidade, propusemos 25 oficinas que serão ministradas para as lideranças locais na perspectiva de que elas repliquem isso para a comunidade e, assim, que o impacto da atuação dos rondonistas seja sustentável.”
No ano passado, o UNIFAA foi a única instituição do Estado do Rio de Janeiro presente na “Operação Velho Chico”, o que acabou se repetindo em 2025. Isso é especialmente significativo, considerando que o Projeto Rondon teve origem justamente neste Estado, na UERJ, e hoje vemos uma participação fluminense pequena. “Esse protagonismo, para nós, é um grande diferencial. Poder representar o Estado e participar novamente de um programa tão representativo – que é, inclusive, a origem da extensão universitária no Brasil – reforça o nosso compromisso com a transformação social por meio da educação”, explica Vivian.
Líder da equipe do UNIFAA na “Operação Velho Chico”, ela pôde ver de perto o que a participação no Rondon proporciona. “Percebi que o aprendizad o dos estudantes foi muito evidente, especialmente no que diz respeito ao contato com a comunidade. A extensão tem esse poder transformador: quando os alunos se deparam com a realidade, entendem que o planejamento nem sempre se concretiza da forma como foi idealizado. É aí que entram o jogo de cintura e a flexibilidade, essenciais para alcançar os objetivos propostos. Mesmo diante dos desafios, notei uma evolução significativa na escuta e na maturidade dos estudantes. Eles passaram a compreender que o diálogo é uma premissa fundamental para qualquer ação – e esse é justamente um dos princípios da extensão: a interação dialógica.”
Corroborando com o que foi dito por Alessandro e Vivian, o Reitor Marcio Martins da Costa projeta que a instituição estará muito bem representada pela equipe a ser selecionada: “Nosso compromisso com a excelência acadêmica e a responsabilidade social segue firme, e essa oportunidade reafirma a importância de um ensino superior conectado com as necessidades da sociedade. Que esta jornada seja repleta de aprendizado transformador, inovação e crescimento profissional e pessoal. Tenho a certeza de que nossos professores e estudantes irão representar o UNIFAA com excelência, reforçando nosso compromisso com a excelência, o impacto social e a formação cidadã. Seguimos unidos, construindo conhecimento, inspirando vidas e deixando um legado de transformação e responsabilidade.”uando os alunos se deparam com a realidade, entendem que o planejamento nem sempre se concretiza da forma como foi idealizado. É aí que entram o jogo de cintura e a flexibilidade, essenciais para alcançar os objetivos propostos. Mesmo diante dos desafios, notei uma evolução significativa na escuta e na maturidade dos estudantes. Eles passaram a compreender que o diálogo é uma premissa fundamental para qualquer ação – e esse é justamente um dos princípios da extensão: a interação dialógica.”
Corroborando com o que foi dito por Alessandro e Vivian, o Reitor Marcio Martins da Costa projeta que a instituição estará muito bem representada pela equipe a ser selecionada: “Nosso compromisso com a excelência acadêmica e a responsabilidade social segue firme, e essa oportunidade reafirma a importância de um ensino superior conectado com as necessidades da sociedade. Que esta jornada seja repleta de aprendizado transformador, inovação e crescimento profissional e pessoal. Tenho a certeza de que nossos professores e estudantes irão representar o UNIFAA com excelência, reforçando nosso compromisso com a excelência, o impacto social e a formação cidadã. Seguimos unidos, construindo conhecimento, inspirando vidas e deixando um legado de transformação e responsabilidade.”